Após uma década de espera, paciente do SUS passa por cirurgi
A servidora pública Rosimeire Olímpia do Espírito Santo foi uma das beneficiadas por um mutirão de cirurgias vasculares realizado neste sábado em Cuiabá.
A servidora pública Rosimeire Olímpia do Espírito Santo foi uma das beneficiadas por um mutirão de cirurgias vasculares realizado neste sábado em Cuiabá.
Após enfrentar uma longa espera de dez anos na fila do Sistema Único de Saúde (SUS), a servidora pública Rosimeire Olímpia do Espírito Santo conseguiu, finalmente, realizar a cirurgia vascular que aguardava desde 2016. O procedimento ocorreu neste sábado (15), em Cuiabá.
A intervenção cirúrgica fez parte de um mutirão organizado na capital mato-grossense em celebração ao Dia do Cirurgião Vascular. A iniciativa teve como objetivo principal ampliar o acesso da população a tratamentos especializados, contando com o apoio de profissionais que atuaram de forma voluntária para atender pacientes que já estavam sob acompanhamento da rede pública.
Ao longo da ação, sete pacientes foram submetidos a procedimentos cirúrgicos. A força-tarefa mobilizou 11 cirurgiões vasculares, que realizaram as operações sem custos para os usuários, seguindo critérios rigorosos de avaliação clínica e a escolha da técnica mais apropriada para a necessidade específica de cada indivíduo.
Para Rosimeire, o momento marcou o encerramento de um ciclo exaustivo de incertezas. Após ser convocada para passar por consultas e concluir todos os exames pré-operatórios necessários, ela pôde realizar a cirurgia que tanto almejava.
“Esperei por essa cirurgia desde 2016. É a realização de um sonho e acredito que vou ter mais qualidade de vida depois desse procedimento” , declarou a servidora, visivelmente aliviada com o desfecho positivo do atendimento.
O médico Nasser Mahfouz, um dos cirurgiões vasculares envolvidos na ação, destacou que o planejamento foi fundamental para o sucesso do mutirão. Segundo ele, todos os pacientes passaram por uma triagem detalhada antes da definição do protocolo de tratamento, assegurando que cada caso recebesse a abordagem técnica correta.
“Os pacientes foram previamente selecionados e avaliados. A partir dessa análise, definimos o tratamento mais indicado para cada um, seja cirurgia convencional, escleroterapia ou outras técnicas” , explicou o especialista.
A iniciativa reforça a importância de ações complementares para reduzir as filas de espera no sistema público de saúde, permitindo que pacientes que aguardam por procedimentos eletivos tenham acesso a tratamentos que impactam diretamente na sua saúde e bem-estar.
Fonte: midianews.com.br