Michelle Bolsonaro registra patrimônio de R$ 4,5 milhões e F
Candidata ao Senado pelo Distrito Federal, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro declarou R$ 4,5 milhões em bens à Justiça Eleitoral, incluindo um Fusca de R$ 3
Candidata ao Senado pelo Distrito Federal, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro declarou R$ 4,5 milhões em bens à Justiça Eleitoral, incluindo um Fusca de R$ 30 mil.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), que oficializou sua candidatura ao Senado pelo Distrito Federal, apresentou à Justiça Eleitoral uma declaração de bens que soma aproximadamente R$ 4,5 milhões. Entre os itens listados, destacam-se aplicações financeiras robustas e um veículo Volkswagen Fusca, avaliado em R$ 30 mil.
O registro oficial foi protocolado junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) justamente no encerramento do prazo legal estabelecido para os candidatos. De acordo com as informações disponibilizadas pelo sistema da corte eleitoral, o montante exato declarado pela postulante é de R$ 4.486.170,75.
A composição desse patrimônio é majoritariamente financeira. Conforme os dados, Michelle possui R$ 4,15 milhões em aplicações de renda e outros R$ 301,6 mil alocados em um fundo de investimentos específico, consolidando a maior parte de seus ativos em produtos bancários.
A estratégia do Partido Liberal (PL) para o pleito no Distrito Federal inclui o lançamento de Michelle Bolsonaro e da deputada Bia Kicis como candidatas ao Senado. Para a campanha, a Justiça Eleitoral estabeleceu que a ex-primeira-dama poderá investir até R$ 3,8 milhões em despesas eleitorais.
Para compor sua chapa, Michelle indicou como primeiro suplente o seu irmão, Diego Torres. Vale destacar que Torres possui experiência na administração pública, tendo atuado como assessor especial no governo do estado de São Paulo durante a gestão do governador Tarcísio de Freitas.
Esta é a primeira incursão de Michelle Bolsonaro na disputa por um cargo eletivo. O caminho até a oficialização da candidatura não foi isento de percalços, tendo passado por um período de incertezas após desentendimentos internos com o enteado, o senador Flávio Bolsonaro (PL).
O desgaste na relação familiar chegou a provocar a saída de Michelle da presidência do PL Mulher, gerando especulações sobre o futuro de sua candidatura. Contudo, o cenário político interno foi pacificado recentemente, com a ex-primeira-dama declarando publicamente que superou as divergências.
Atualmente, Michelle é considerada a principal aposta do PL para o pleito. O partido a enxerga como um ativo estratégico fundamental para atrair votos, especialmente entre o público feminino e o eleitorado evangélico, visando fortalecer a bancada da legenda.
Após o período de turbulência, Michelle e Flávio Bolsonaro selaram a reconciliação, com a ex-primeira-dama manifestando apoio à campanha do enteado. No final de julho, ela afirmou ter encerrado o ciclo de conflitos, buscando agora focar integralmente em sua trajetória rumo ao Senado Federal.
Fonte: midianews.com.br