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Prefeito de Matupá ajusta projeto de leilão de áreas para im

O prefeito Bruno Santos Mena alinhou com a Câmara Municipal a redução de lotes em leilão para focar na instalação de empresas e investimentos em infraestrutura

O prefeito Bruno Santos Mena alinhou com a Câmara Municipal a redução de lotes em leilão para focar na instalação de empresas e investimentos em infraestrutura urbana.

O prefeito de Matupá, Bruno Santos Mena, anunciou que o projeto de lei que autoriza o leilão de terrenos públicos passará por modificações após rodadas de diálogo com os vereadores do município. A intenção da gestão é ajustar a proposta para garantir maior eficiência na atração de novos empreendimentos para a cidade, localizada a cerca de 200 quilômetros de Sinop.

Originalmente, o texto enviado ao Legislativo contemplava a alienação de 18 áreas distintas. Contudo, após as tratativas, a administração municipal decidiu restringir o certame a apenas cinco lotes. Essas áreas estão situadas na parte posterior de um posto de combustíveis, na Quadra 01 do bairro Zona Industrial, totalizando uma extensão de 55 mil metros quadrados.

O objetivo central da medida é criar condições favoráveis para a instalação de indústrias de maior porte, fomentando a economia local e impulsionando a criação de postos de trabalho. Segundo o prefeito, a sugestão de limitar o leilão a esses lotes específicos foi acolhida pela prefeitura por entender que o local possui características ideais para receber grandes empresas.

Mena explicou que o projeto será reformulado para atender a esse novo desenho estratégico. Durante o encontro com os parlamentares, o gestor também detalhou como o montante arrecadado com a venda dos imóveis será aplicado. A previsão é que os recursos sejam integralmente revertidos para melhorias na infraestrutura urbana e programas sociais.

Entre as prioridades para o uso da verba, estão as obras de pavimentação asfáltica nos bairros Bom Jardim e Industrial. Além disso, parte do capital será destinada à construção de 30 unidades habitacionais, visando reduzir o déficit de moradias no município.

Embora o planejamento esteja avançado, os valores dos lances iniciais para os terrenos ainda não foram tornados públicos. A proposta em discussão prevê que os arrematantes possam quitar o valor dos imóveis em até 24 parcelas, com a possibilidade de concessão de descontos para aqueles que optarem pelo pagamento à vista.

Vale ressaltar que essas condições de pagamento ainda dependem da análise e aprovação final da Câmara Municipal. Somente após a conclusão do trâmite legislativo e a sanção das regras é que a prefeitura deverá publicar o edital oficial.

O documento, que será divulgado futuramente, trará todas as especificações técnicas dos imóveis, a data agendada para o leilão, os valores de avaliação, os lances mínimos exigidos e os prazos definitivos para a quitação dos lotes.

Fonte: sonoticias.com.br